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	<title>Comentários sobre: Hakim Bey, Taz, anarquismo ontológico e outros nomes estranhos</title>
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	<description>Jornalismo e cultura livre</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Feb 2012 03:38:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: BaixoCentro (ou as ruas são para dançar) &#171; Baixa Cultura</title>
		<link>http://baixacultura.org/2009/11/23/hakim-bey-taz-anarquismo-ontologico-e-outros-nomes-estranhos/#comment-1479</link>
		<dc:creator><![CDATA[BaixoCentro (ou as ruas são para dançar) &#171; Baixa Cultura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 20:35:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Ocupe Wall Street e da Primavera Árabe, se reuniram numa liga autônoma temporária (para citar Hakim Bey, também influência) para dar vida ao BaixoCentro. As ruas são para [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ocupe Wall Street e da Primavera Árabe, se reuniram numa liga autônoma temporária (para citar Hakim Bey, também influência) para dar vida ao BaixoCentro. As ruas são para [...]</p>
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		<title>Por: Sweamnweeroms</title>
		<link>http://baixacultura.org/2009/11/23/hakim-bey-taz-anarquismo-ontologico-e-outros-nomes-estranhos/#comment-764</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sweamnweeroms]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 09:25:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[http://bloodinessgroves.blogspot.com/2010/03/arraignment-youtube-sara-groves.html

video video downloads top videos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bloodinessgroves.blogspot.com/2010/03/arraignment-youtube-sara-groves.html" rel="nofollow">http://bloodinessgroves.blogspot.com/2010/03/arraignment-youtube-sara-groves.html</a></p>
<p>video video downloads top videos.</p>
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	<item>
		<title>Por: baixacul</title>
		<link>http://baixacultura.org/2009/11/23/hakim-bey-taz-anarquismo-ontologico-e-outros-nomes-estranhos/#comment-741</link>
		<dc:creator><![CDATA[baixacul]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 13:08:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rafael,
Conheci teu blog, e ele foi uma das bibliografias que consultei informalmente para escrever o post. Tu é um verdadeiro entendido em Hakim Bey, eu ainda to no estágio inicial de aprendizagem...
Acho interessantíssimo essa via prática que o Hakim Bey propõe. E tenho observado que ela vem sido trabalhada cada vez mais por diversas pessoas (especialmente coletivos) brasileiros, o que é extremamente salutar. Nesse caso, a prática das ideias, e não somente a teoria, é fundamental. Acompanhemos (e nos mobilizemos) para ver no que vão dar estas iniciativas cada vez mais pulsantes por aí.
abraço,
Leonardo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,<br />
Conheci teu blog, e ele foi uma das bibliografias que consultei informalmente para escrever o post. Tu é um verdadeiro entendido em Hakim Bey, eu ainda to no estágio inicial de aprendizagem&#8230;<br />
Acho interessantíssimo essa via prática que o Hakim Bey propõe. E tenho observado que ela vem sido trabalhada cada vez mais por diversas pessoas (especialmente coletivos) brasileiros, o que é extremamente salutar. Nesse caso, a prática das ideias, e não somente a teoria, é fundamental. Acompanhemos (e nos mobilizemos) para ver no que vão dar estas iniciativas cada vez mais pulsantes por aí.<br />
abraço,<br />
Leonardo</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Rafael Reinehr</title>
		<link>http://baixacultura.org/2009/11/23/hakim-bey-taz-anarquismo-ontologico-e-outros-nomes-estranhos/#comment-729</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Reinehr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 17:08:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leonardo, antes mesmo (ou mais do que) tentar explicar o mundo &quot;corrido&quot; de hoje, o que TAZ faz é justamente propor uma alternativa PRÁTICA para criar hoje, aqui e agora, experiências-pico de autonomia e liberdade. Muito mais do que raves ou festas como a Burning Man, depreende-se da leitura de TAZ numerosas possibilidades mesmo dentro do nosso local de trabalho e estudo em que a liberdade deixa de seu utopia e passa a ser vivência diária. Você é livre não só quando escolhe mas também quando deixa de escolher algo. Penso até, que neste mundo massificado, DEIXAR DE ESCOLHER ALGO é mais importante! Não comprar o que tentam lhe vender...

Um abraço e parabéns pelo blog. Tenho alguns apontamentos libertários lá no meu também, mas a dedicação prática tem consumido o tempo do teórico. Até.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo, antes mesmo (ou mais do que) tentar explicar o mundo &#8220;corrido&#8221; de hoje, o que TAZ faz é justamente propor uma alternativa PRÁTICA para criar hoje, aqui e agora, experiências-pico de autonomia e liberdade. Muito mais do que raves ou festas como a Burning Man, depreende-se da leitura de TAZ numerosas possibilidades mesmo dentro do nosso local de trabalho e estudo em que a liberdade deixa de seu utopia e passa a ser vivência diária. Você é livre não só quando escolhe mas também quando deixa de escolher algo. Penso até, que neste mundo massificado, DEIXAR DE ESCOLHER ALGO é mais importante! Não comprar o que tentam lhe vender&#8230;</p>
<p>Um abraço e parabéns pelo blog. Tenho alguns apontamentos libertários lá no meu também, mas a dedicação prática tem consumido o tempo do teórico. Até.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo</title>
		<link>http://baixacultura.org/2009/11/23/hakim-bey-taz-anarquismo-ontologico-e-outros-nomes-estranhos/#comment-680</link>
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 01:22:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rodrigo, valeu pelo depoimento. Hakim Bey e o Taz tem sido muito usado para explicar algumas coisas desse mundo caótico/acelerado de hoje - o que é, ao mesmo tempo, sintoma da diversidade de pontos de vistas que temos hoje e também da necessidade que muitos tem de tentar explicar de qualquer forma o mundo atual, mesmo que seja recorrendo a um tipo de pensador anárquico/híbrido, um tipo de coisa (infelizmente) impensável há a alguns anos atrás.

O Distúrbio Eletrônico é uma fonte ótima que eu devo me aprofundar mais: tive a oportunidade de apenas uma lida rápida. 
abraço!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo, valeu pelo depoimento. Hakim Bey e o Taz tem sido muito usado para explicar algumas coisas desse mundo caótico/acelerado de hoje &#8211; o que é, ao mesmo tempo, sintoma da diversidade de pontos de vistas que temos hoje e também da necessidade que muitos tem de tentar explicar de qualquer forma o mundo atual, mesmo que seja recorrendo a um tipo de pensador anárquico/híbrido, um tipo de coisa (infelizmente) impensável há a alguns anos atrás.</p>
<p>O Distúrbio Eletrônico é uma fonte ótima que eu devo me aprofundar mais: tive a oportunidade de apenas uma lida rápida.<br />
abraço!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Rodrigo</title>
		<link>http://baixacultura.org/2009/11/23/hakim-bey-taz-anarquismo-ontologico-e-outros-nomes-estranhos/#comment-678</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 19:44:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://baixacultura.org/?p=2343#comment-678</guid>
		<description><![CDATA[Minha adolescência foi permeada por livros da coleção baderna, e não nego que Hakim Bey me acompanha até hoje. Vivi algumas experimentações de TAZ, tudo sem muita marcação, talvez o sentimento de segurança e pertença seja sempre uma ilusão, e aí só nos resta o nomadismo. E talvez, visto que alguns fluxos são implacáveis, acredito que certas estratégias só tem a fazer os acompanhar mesmo.

As próprias plataformas debian linux talvez sejam &quot;espaços virtuais livres&quot;, lembrando que a virtualidade sofre de alumas dependências as vezes severas. Um livro bom sobre o tema é o &quot;distúrbio eletrônico&quot; do critical art ensemble.

Enfim, achei o blog muito bom e já venho acompanhando a um tempo.

Abraços.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha adolescência foi permeada por livros da coleção baderna, e não nego que Hakim Bey me acompanha até hoje. Vivi algumas experimentações de TAZ, tudo sem muita marcação, talvez o sentimento de segurança e pertença seja sempre uma ilusão, e aí só nos resta o nomadismo. E talvez, visto que alguns fluxos são implacáveis, acredito que certas estratégias só tem a fazer os acompanhar mesmo.</p>
<p>As próprias plataformas debian linux talvez sejam &#8220;espaços virtuais livres&#8221;, lembrando que a virtualidade sofre de alumas dependências as vezes severas. Um livro bom sobre o tema é o &#8220;distúrbio eletrônico&#8221; do critical art ensemble.</p>
<p>Enfim, achei o blog muito bom e já venho acompanhando a um tempo.</p>
<p>Abraços.</p>
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